Mulher branca com cabelos longos e escuros com colar feito artesanalmente

Aline Camilla

“Eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje? E se a resposta é não por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.”

 

Esse trecho com o qual dou início a esse artigo, faz parte do “famoso” discurso de Steve Jobes(Fundador da Apple) na Universidade de Stanford, em 2005.

Eu nunca fui de trabalhar com o que não gosto, mas depois que tive acesso a esse discurso há alguns meses, resolvi mudar realmente de vida!

VOCÊ está contente com o seu trabalho atual?

A noite de domingo pra você é uma noite agradável, ou uma noite angustiante por saber que na segunda de manhã você tem que ir novamente para aquele trabalho que você detesta?

Se você se encaixa na segunda opção, vem comigo que quero te contar algumas histórias.

Como já disse em outro artigo, desde menina sempre fui apaixonada por artesanato e por matemática. Quando comecei a trabalhar com “carteira assinada” aos 19 anos, fiz também por necessidade, mas principalmente pelo amor que eu tinha em ensinar meus alunos. O salário(sempre pequeno) pra mim nunca foi o mais importante, o que eu amava, era a possibilidade que eu tinha nas mãos de fazer a diferença na vida de cada um dos meus alunos.

Mas os anos foram passando, as cobranças aumentando, e eu percebi que havia escolhido a pior matéria para ensinar. Para ter um retorno satisfatório dos meus alunos eu teria que me tornar uma “expert” na arte de ensinar matemática, ou então, eu não faria tanta diferença assim na vida deles.

Por coincidência, eu estava grávida da minha segunda filha(Larissa) e decidi dar um tempo com a função de professora de matemática.

Trabalhar pra mim, tem que ser em algo que me dê prazer, se não, não serve. Nunca fui do tipo que segue as convenções e faz o que a maioria julga ser o correto, faço o que eu acredito ser o correto, mesmo que isso deixe meus familiares de cabelo em pé.

Nunca concordei que eu tivesse que vender o meu tempo e o meu conhecimento para enriquecer um patrão. O único trabalho de “carteira assinada” que eu me permiti ter nesses meus 14 anos de vida profissional, foi o de professora, porque poderia levar conhecimento para os meus alunos e isso poderia transformar a vida deles.

Durante os anos de 2014 e 2015, trabalhei com o que eu mais sonhava até então: professora universitária. Nesses dois anos trabalhando nos cursos de RH, Gestão Ambiental, Ciências Contábeis, Tecnologia de Alimentos, Tecnologia em Agronegócios e principalmente Administração, tive contato com tantas pessoas diferentes, umas com pouco, outras com mais conhecimento. Umas com vontade de aprender, outras nem tanto. E mais uma vez me vejo diante de alunos que não “amam” matemática.

Com a “crise,” as dificuldades de se conseguir o FIES, os alunos sumiram e a possibilidade de uma demissão era iminente. E agora o que fazer?

Até outubro de 2015, eu seguia minha vida sem muito planejamento, vivia o agora sem me planejar para o futuro. Mas a possibilidade de uma demissão acendeu uma luzinha amarela no horizonte.

Comecei a estudar sobre marketing digital, algo totalmente novo para mim. E, foi ai que percebi que poderia mudar radicalmente a minha vida e continuar fazendo as coisas que amo: ensinar e artesanato. Mas com um diferencial: ao invés de dar aulas para um pequeno grupo de alunos que não estavam muito interessados no que eu tinha a ensinar, eu poderia dar aulas para dezenas, centenas, quem sabe milhares de pessoas que vão querer assistir as minhas aulas, porque o conteúdo delas lhes serão interessantes.

A demissão se concretizou, mas a mudança precisava ser maior, precisava ser um marco na minha vida. Então, em janeiro de 2016 nos mudamos de Goiás para o interior de SP(há 45 km da praia) distante 1200 km.

Começar de novo, em um lugar novo, onde não conheço ninguém, é algo que me encanta e me move. A maioria chama isso de loucura, eu prefiro chamar de coragem.

No mesmo discurso, Steve Jobs disse mais algumas frases que tem impactado a minha vida nos últimos meses:

“O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.”

Se você anda insatisfeito com a vida que está levando, não fique colocando a culpa no governo ou em algum parente.

A sua vida é reflexo das suas decisões.

 

Se você escolhe ficar parado, estagnado, esperando que os outros façam a sua vida melhorar, sinto muito em te informar, mas isso não vai acontecer.

Mas se você não se conforma e deseja mudar de vida, esse é o momento de dar o primeiro passo.

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Tchau e até o próximo artigo!

Aline Camila.